A gente sabe que você chegou até aqui para aprender como emitir DAS MEI. Mas olha só: existem muitas informações sobre essa guia que passam batido por boa parte dos microempreendedores.
Por isso, além de mostrar o passo a passo para emitir o DAS, decidimos reunir as principais dúvidas sobre o tema em um só lugar.
Então, pega seu café e vem com a gente. Quando chegar ao final deste artigo, você vai entender tudo sobre o tema.
O que é DAS MEI?
Diferente de muitas empresas que precisam lidar com diversos impostos e guias de pagamento, o MEI faz parte do Simples Nacional, um regime tributário criado para simplificar a vida de quem empreende.
É justamente daí que vem a sigla DAS, que significa Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Por meio dessa guia, o microempreendedor paga seus tributos de forma unificada, sem precisar se preocupar com vários boletos ou cobranças separadas.
Ao pagar o DAS, o MEI contribui para o INSS e quita os impostos relacionados à sua atividade. Tudo isso em uma única guia, com valor fixo e atualizado anualmente.
Qual o valor do DAS?
O valor do DAS não é igual para todos os MEIs. Isso porque a guia é formada por duas partes: a contribuição ao INSS e os impostos relacionados à atividade exercida.
A contribuição previdenciária do MEI corresponde a 5% do salário mínimo vigente. Já os impostos variam conforme o tipo de atividade:
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Quem trabalha com comércio paga ICMS.
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Quem presta serviços paga ISS.
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Quem atua com comércio e serviços paga os dois tributos.
Como o salário mínimo previsto para 2026 é de R$1.621, a contribuição básica do INSS passa a ser de R$81,05 por mês.
Com a inclusão dos impostos de cada atividade, os valores estimados do DAS para 2026 ficam da seguinte forma:
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MEI de comércio: R$ 82,05 por mês;
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MEI de serviços: R$ 86,05 por mês;
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MEI de comércio e serviços: R$87,05 por mês.
Em outras palavras, o valor final já contempla os 5% destinados ao INSS e os tributos da atividade, tudo reunido em uma única guia mensal.
Existe apenas uma exceção: o MEI Caminhoneiro. Nessa categoria, a contribuição previdenciária é maior e corresponde a 12% do salário mínimo. Considerando o valor previsto para 2026, o DAS do caminhoneiro fica em torno de R$195,52 por mês.
Qual a diferença entre DAS e DASN?
Eita! É justamente aqui que muito MEI se enrola. Afinal, as siglas são parecidas, mas cada uma tem uma função diferente.
O DAS é a guia de pagamento mensal do MEI. É aquele boleto que precisa ser pago todos os meses para manter o CNPJ regularizado e garantir o acesso aos benefícios previdenciários.
Já a DASN-SIMEI é a Declaração Anual do MEI. Nela, o empreendedor informa quanto faturou durante o ano anterior e confirma se teve ou não funcionário contratado.
Resumo pá-pum:
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DAS = pagamento mensal
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DASN = declaração anual
Uma coisa não substitui a outra, viu?
Muita gente acredita que, ao pagar todas as guias do DAS, já está com todas as obrigações em dia. Mas nananinanão! Além dos pagamentos mensais, também é obrigatório entregar a DASN-SIMEI todos os anos.
Quais os benefícios de pagar o DAS?
Além de quitar os impostos e manter seu CNPJ em dia com a Receita Federal, o pagamento do DAS garante algo que muita gente esquece: o acesso aos benefícios previdenciários do INSS.

Na prática, ao pagar a guia mensal, o MEI contribui para a Previdência Social e passa a ter direito a uma série de proteções importantes para ele e sua família.
Entre os benefícios estão:
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Aposentadoria por idade;
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Auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença);
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Aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez);
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Salário-maternidade;
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Auxílio-reclusão para os dependentes;
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Pensão por morte para os dependentes.
Mas atenção: cada benefício possui regras específicas, como tempo mínimo de contribuição (carência) e outros requisitos definidos pelo INSS.
Por isso, pagar o DAS em dia não é apenas uma obrigação do MEI. É também uma forma de garantir mais segurança para o futuro e contar com uma rede de proteção caso aconteça algum imprevisto pelo caminho.
Quanto tempo preciso pagar para ter benefícios?
Você já sabe que pagar o DAS é o primeiro passo para ter acesso aos benefícios do INSS. Mas existe um detalhe importante: a maioria deles exige um tempo mínimo de contribuição, conhecido como carência. Veja como funciona:
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Salário-maternidade: exige pelo menos 1 contribuição em dia.
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Auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença): 12 meses de contribuição.
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Aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez): 12 meses de contribuição.
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Auxílio-reclusão para os dependentes: 24 meses de contribuição.
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Pensão por morte para os dependentes: 18 meses de contribuição.
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Aposentadoria por idade: tempo de contribuição por gênero.
Funciona assim:
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Mulheres precisam ter 62 anos de idade e pelo menos 15 anos de contribuição.
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Homens precisam ter 65 anos de idade. Para quem começou a contribuir após a Reforma da Previdência, também é necessário ter 20 anos de contribuição.
Ponto importante: já quem começou a contribuir antes da Reforma da Previdência, o tempo mínimo exigido é de 15 anos de contribuição, tanto para homens quanto para mulheres.
O DAS é obrigatório para todo MEI?
Sim! Se o seu CNPJ MEI está ativo, inapto ou inativo, o pagamento do DAS é obrigatório. E aqui está um ponto que costuma gerar bastante dúvida: você precisa pagar mesmo nos meses em que não teve faturamento, não emitiu nota fiscal ou não realizou nenhuma venda.
Isso acontece porque a obrigação não está ligada ao quanto você vendeu, mas sim ao fato de o seu CNPJ continuar ativo.
Vamos a um exemplo. Imagine que você abriu um MEI para vender doces. Em determinado mês, as vendas não aconteceram como esperado e o faturamento foi zero. Ainda assim, o DAS daquele mês precisa ser pago normalmente.
O mesmo vale para quem está dando uma pausa nas atividades ou deixando o negócio parado por um tempo. Enquanto o CNPJ existir, a guia mensal continuará sendo gerada.
Por isso, uma das regras mais importantes para quem é MEI é esta: CNPJ ativo = DAS obrigatório.
MEI baixado precisa pagar DAS atrasado?
Os débitos gerados enquanto o MEI estava ativo continuam existindo e podem ser cobrados mesmo após a baixa da empresa.
Por isso, se você encerrou o MEI e deixou algumas guias sem pagamento, vale a pena consultar sua situação e verificar se existem valores pendentes.
Mas será que compensa pagar esses DAS atrasados?
Com toda certeza. Isso porque a parte da contribuição ao INSS incluída no DAS não é dinheiro perdido.
As contribuições realizadas ficam registradas no seu histórico previdenciário e podem contar para aposentadoria.
Qual a data de vencimento do DAS?
O DAS do MEI vence todo dia 20 de cada mês. Essa guia corresponde aos impostos do mês anterior. Ou seja, o DAS com vencimento em abril refere-se às atividades de março, e assim por diante.
Mas atenção: se o dia 20 cair em um fim de semana ou feriado, o vencimento é transferido para o próximo dia útil.
Por isso, vale a pena deixar um lembrete no celular ou usar uma ferramenta que ajude a acompanhar os pagamentos.
O que acontece se atrasar o pagamento do DAS?
Se você perdeu a data de vencimento do DAS, pode ficar tranquilo: seu CNPJ não será cancelado automaticamente por causa de um único atraso. Mas isso não significa que a situação deve ser ignorada.
Assim que a guia vence, começam a ser cobrados juros sobre o valor devido. Quanto mais tempo passar, maior será o valor da dívida.
A boa notícia é que você não precisa calcular nada por conta própria. Ao emitir um DAS em atraso, o sistema já atualiza a guia automaticamente com os acréscimos de juros correspondentes ao período de atraso.
O que acontece se não pagar o DAS?
Tem muitas consequências, viu? Vem entender os riscos para não ser pego de surpresa.
Você pode perder benefícios do INSS
Quando o MEI passa muito tempo sem contribuir, ele pode perder o acesso a benefícios como auxílio por incapacidade temporária, salário-maternidade e aposentadoria.
Lembra que falamos que cada benefício exige um tempo mínimo de contribuição? Então, ao deixar de pagar o DAS por muito tempo, você pode interromper esse histórico e acabar precisando regularizar a situação antes de voltar a ter acesso a esses direitos.
A dívida pode ser inscrita na Dívida Ativa
Se os débitos permanecerem em aberto, eles podem ser encaminhados para a Dívida Ativa da União. Nesse estágio, a cobrança passa a ser feita pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
A dívida pode ser protestada em cartório
Se a dívida continuar sem pagamento mesmo após a inscrição na Dívida Ativa, ela poderá ser protestada em cartório.
Além do valor devido, isso pode gerar custos adicionais e trazer transtornos para o empreendedor na hora de realizar determinadas operações financeiras.
O débito pode atingir o CPF do titular
Uma dúvida comum é: "A dívida fica apenas no CNPJ?" A resposta é não. Como o MEI está diretamente ligado ao titular, os débitos também podem gerar cobranças vinculadas ao CPF do empreendedor.
Por isso, ignorar as guias em atraso não é uma boa estratégia.
O CNPJ pode ficar com restrições
Débitos em aberto podem impedir a emissão de certidões negativas e dificultar diversas operações empresariais.
Isso pode atrapalhar, por exemplo, a participação em licitações, pedidos de crédito ou contratos que exijam comprovação de regularidade fiscal.
Você pode ser desenquadrado do Simples Nacional
Em situações de inadimplência prolongada, o MEI pode ser excluído do Simples Nacional.
Com isso, o empreendedor perde as vantagens do regime simplificado e passa a lidar com mais obrigações tributárias e burocráticas.
Você pode ter dificuldades para emitir notas fiscais
Para quem trabalha com empresas ou precisa emitir nota com frequência, isso pode impactar diretamente o faturamento do negócio.
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Quantos meses posso ficar sem pagar?
A resposta pode surpreender: não existe um número exato de meses que o MEI pode ficar sem pagar o DAS. Mas calma lá. Isso não significa que deixar as guias acumularem seja uma boa ideia.
Na prática, os problemas começam desde o primeiro atraso. Afinal, o pagamento do DAS é o que garante sua contribuição ao INSS.
Quando você deixa de pagar, pode comprometer seu acesso a benefícios importantes, como auxílio por incapacidade temporária, salário-maternidade e aposentadoria.
Lembra que cada benefício exige um tempo mínimo de contribuição? Então. Ficar longos períodos sem pagar pode interromper esse histórico e dificultar o acesso a esses direitos quando você mais precisar deles.
Além disso, existe outro ponto que merece atenção.
Quando a dona Receita Federal percebe que os débitos continuam acumulando e que o empreendedor não está regularizando a situação, a dívida pode ser encaminhada para a Dívida Ativa da União.
Traduzindo: a cobrança fica mais séria.
Quais são os impostos do DAS?
Dependendo da sua atividade, o valor do DAS pode incluir:
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INSS: contribuição para a Previdência Social, que dá acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.
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ICMS: imposto cobrado de quem trabalha com comércio, indústria ou transporte entre cidades e estados.
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ISS: imposto para quem presta serviços.
Por que o valor do DAS aumenta?
O valor do DAS aumenta todos os anos porque ele é calculado com base no salário mínimo. Como a contribuição do INSS do MEI corresponde a 5% do salário mínimo, qualquer reajuste nesse valor do salário impacta diretamente a guia mensal.
Posso pagar o DAS antecipadamente?
Sim! O MEI pode pagar vários meses do DAS de uma só vez por meio de uma guia única. Essa opção é útil para quem está com pagamentos em atraso ou quer organizar as pendências de forma mais prática.
Ao gerar o boleto, é possível selecionar mais de um período de apuração e reunir os valores em uma única guia para pagamento. Assim, você economiza tempo e facilita o controle das suas obrigações.
Só vale lembrar que os valores de meses vencidos podem incluir juros e multa, calculados automaticamente no momento da emissão.
Posso pagar vários meses de uma vez?
Pode sim. Em vez de quitar cada guia separadamente, é possível reunir diferentes períodos em um único pagamento, o que ajuda a organizar as finanças e colocar as obrigações em dia de forma mais prática.
Essa opção é especialmente útil para quem acumulou parcelas em atraso ou quer regularizar a situação do CNPJ sem precisar emitir vários boletos.
É preciso pagar o DAS para enviar a DASN?
Não. O MEI pode enviar a DASN mesmo que tenha boletos do DAS em aberto. A Declaração Anual é uma obrigação diferente do pagamento mensal do DAS.
Nela, o empreendedor informa o faturamento da empresa no ano anterior, independentemente de estar com os tributos em dia ou não.
No entanto, enviar a declaração não elimina os débitos existentes. Se houver DAS em atraso, os valores continuarão pendentes e poderão gerar juros e multas até que sejam quitados. Por isso, o ideal é manter tanto a declaração quanto os pagamentos em dia para evitar problemas com o CNPJ.
Quais são as formas de pagamento do DAS?
Para ajudar o MEI a manter tudo em dia, existem várias formas de pagamento disponíveis:
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Débito automático: a guia é paga automaticamente na data de vencimento.
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Cartão de crédito: uma opção para quem busca mais flexibilidade na hora de organizar as contas.
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Boleto bancário: dá para pagar pelo aplicativo do banco, internet banking, caixa eletrônico ou lotérica.
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Pix: rápido, prático e feito em poucos cliques.
Assim, você escolhe a forma que faz mais sentido para o seu bolso e para a sua rotina.
É possível parcelar o DAS?
Sim! Se você tem DAS em atraso, dá para parcelar a dívida e colocar o CNPJ em dia sem apertar tanto o orçamento.
O parcelamento pode ser feito em até 60 parcelas mensais, com valor mínimo de R$50 por parcela.
Essa é uma alternativa para quem acumulou débitos e quer regularizar a situação aos poucos, sem precisar pagar tudo de uma vez.
Como fazer o parcelamento do DAS?
Se você quer uma forma simples e rápida de resolver esse problema, a dica é usar o SuperApp da MaisMei. Olha só como funciona:
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Baixe o aplicativo no seu celular (disponível para Android e iOS).
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Faça seu cadastro.
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Clique em Serviços.
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Selecione Parcelamento de Guias DAS Atrasadas.
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Faça a simulação do parcelamento.
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Em seguida, realize o pagamento do serviço pelo SuperApp.
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Nós enviamos o recibo de adesão ao parcelamento.
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Você efetua o pagamento da primeira parcela.
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Depois, recebe mensalmente os boletos do parcelamento no seu e-mail.
Como consultar DAS em aberto?
A forma mais simples de consultar é pelo SuperApp da MaisMei. É tudo pá-pum:
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Baixe o SuperApp no seu celular.
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Faça seu cadastro. É rapidinho!
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Na tela inicial, clique em "Imposto DAS”.
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Pronto! Logo de cara, você consegue visualizar todas as guias já pagas e também aquelas que estão em aberto.
Como emitir DAS MEI?
Aqui a gente recomenda, novamente, o SuperApp. Se você já tem o aplicativo instalado, siga este passo a passo:
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Entre no SuperApp.
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Toque em Imposto DAS.
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Role a tela até o final e clique em Atualizar guia.
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Em seguida, selecione o mês que deseja pagar.
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Escolha a forma de pagamento e conclua a operação.
Prontinho! Em poucos cliques, você emite sua guia e mantém seu CNPJ em dia, sem burocracia e sem precisar ficar pulando de site em site.
Depois de fazer o pagamento, é só voltar no app e marcar que a guia foi paga. A partir daí, o app acompanha a compensação por até 15 dias e, assim que o pagamento for confirmado pela Receita Federal, você recebe um aviso.
Como baixar o comprovante de pagamento do DAS?
Fique tranquilo, dá para acessar esse documento de forma simples. A primeira opção é consultar o comprovante diretamente no aplicativo ou internet banking do banco onde o pagamento foi realizado. Normalmente, basta acessar o histórico de pagamentos e localizar a transação referente ao DAS.
Outra alternativa é acessar o portal e-CAC da Receita Federal. Depois de fazer login, procure a área de Pagamentos e Parcelamentos e clique em Consultar Comprovante de Arrecadação do Simples Nacional. Lá, você poderá visualizar e emitir o comprovante dos pagamentos realizados.