Vender online pode fazer seu produto chegar a gente do outro lado do Brasil sem você precisar ter uma loja em cada esquina. Mas não é só colocar o produto no ar e esperar o pedido cair, né? Escolher entre as melhores plataformas para vendas pela internet no Brasil também faz parte do jogo e pode ajudar seu negócio a encontrar mais clientes. Bora entender isso tim-tim por tim-tim?
Quanto é possível ganhar vendendo pela internet?
Não existe uma conta pronta para dizer quanto dá para ganhar vendendo pela internet. O faturamento depende do que você vende, do preço, da quantidade de pedidos e, claro, dos custos que aparecem pelo caminho. Afinal, faturar R$10 mil ao mês não significa que esse dinheiro inteiro vai parar no caixa do negócio.
Uma loja que vende produtos de R$50 precisa de muito mais pedidos para chegar ao mesmo faturamento de outra que trabalha com itens de R$500.
Frete, taxas da plataforma, divulgação, embalagem, impostos e outros gastos também entram nessa conta.
Por isso, antes de olhar só para o número de vendas, vale colocar tudo na ponta do lápis e descobrir o quanto realmente sobra em cada pedido.
O que é possível vender pela internet?
Tem espaço para muita coisa no comércio online: roupas, calçados, acessórios, cosméticos, eletrônicos, itens para casa e decoração. Artesanato, papelaria, produtos personalizados e peças sob encomenda também podem encontrar seu público.
Alimentos e bebidas, produtos naturais, itens para pets, produtos esportivos, brinquedos, jogos e artigos para bebês também entram na jogada e podem ser vendidos pela internet, sempre respeitando as regras de cada categoria. Produtos usados e seminovos também têm espaço, principalmente com boas fotos e uma descrição caprichada.
E não é só produto físico que entra nessa história. Cursos, aulas online, e-books, materiais digitais e serviços de beleza, estética, manutenção e assistência técnica também podem ser divulgados e vendidos virtualmente. O importante é encontrar o que combina com seu negócio e com o público que você quer alcançar.
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Quais as melhores plataformas para vendas pela internet no Brasil?
Não existe uma campeã absoluta. As melhores plataformas para vendas pela internet no Brasil dependem do tipo de produto, do público e da forma como você quer vender. Olha só o perfil de cada uma:
Mercado Livre
O Mercado Livre é uma opção pra quem quer alcançar um público amplo e trabalhar com uma boa variedade de produtos. Dá para começar com CPF ou CNPJ, embora o cadastro empresarial abra a porta para recursos voltados a uma operação mais profissional.
Aqui vale ficar de olho em algo importante: as tarifas mudam conforme a categoria, o tipo de anúncio e a logística. Por isso, antes de sair publicando produto, vale colocar os custos na ponta do lápis.
Shopee
A Shopee pode fazer sentido para quem trabalha com produtos de várias categorias e quer aproveitar um marketplace focado em descoberta de ofertas.
Moda, beleza, casa, eletrônicos, bebê e brinquedos aparecem entre as categorias disponíveis. A plataforma também oferece ferramentas de anúncios para aumentar a visibilidade dos produtos.
Amazon Brasil
É o clássico e uma alternativa interessante para quem quer vender em um marketplace conhecido e trabalhar com categorias variadas.
Hoje, a Amazon permite cadastro com CPF ou CNPJ, tem plano individual sem mensalidade e plano profissional com mensalidade, além de comissão por venda que varia conforme a categoria.
Magazine Luiza (Magalu)
O marketplace do Magalu pode ser uma opção para quem quer colocar os produtos em uma grande rede de varejo e aproveitar a estrutura da empresa.
É mais indicado para negócios já pensado para vender profissionalmente, com CNPJ, emissão de nota fiscal e estoque disponível.
TikTok Shop
Aqui a graça está em juntar conteúdo e venda no mesmo lugar. E tem gente faturando muito. Muito mesmo! A TikTok Shop permite vender por vídeos compráveis, transmissões ao vivo, vitrine no perfil e pela aba Shop.
Atualmente, o cadastro de vendedor comercial no Brasil exige CNPJ, e a sorte é que o MEI está entre os perfis de empresa aceitos. É uma opção especialmente interessante para quem já cria conteúdo e consegue mostrar o produto em ação.

Americanas
A Americanas Marketplace pode ser uma boa pedida para quem já vende pela internet e quer colocar os produtos em mais uma vitrine. A plataforma permite que lojistas vendam seus próprios produtos, com cadastro sujeito à análise e uma operação que envolve produtos, pedidos e comissões.
Para quem já tem a loja rodando, diversificar os canais pode ajudar a alcançar novos clientes e não deixar todas as fichas em uma única plataforma.
SHEIN
A SHEIN também tem um marketplace no Brasil, com produtos de vendedores terceiros e marcas locais. A plataforma tem bastante movimento em categorias como moda, beleza, casa e acessórios, o que pode ser uma boa vitrine para quem trabalha com esses produtos.
Se o seu negócio vende algo que combina com esse público, pode valer a pena colocar seus produtos por lá e abrir mais uma frente de vendas. Só não custa lembrar: antes de entrar de cabeça, confira as regras e os custos para ver se a operação faz sentido para o seu bolso.
OLX
A OLX tem uma pegada diferente dos grandes marketplaces e pode ser uma boa saída para quem vende produtos usados, seminovos ou itens que permitem negociar direto com o comprador.
É uma alternativa interessante para quem quer anunciar sem necessariamente montar uma operação de loja tradicional.
Nas vendas concluídas com sucesso, o vendedor pode vender sem custo, segundo a plataforma. Já alguns recursos, como frete grátis e parcelamento, têm cobranças específicas. Vale conferir as condições antes de anunciar e colocar a oferta para rodar.
Enjoei
O Enjoei tem uma pegada bem própria e é conhecido principalmente por moda, itens usados e aquelas peças que ainda têm muita história pela frente.
A plataforma também reúne outras categorias e pode ser interessante para quem quer vender de um jeito mais leve, apostando na descoberta de produtos.
Na hora de anunciar, o vendedor pode escolher entre os formatos clássico e turbinado, que têm comissões diferentes. Também existe uma tarifa fixa. Por isso, vale conferir os custos de cada opção antes de colocar aquele produto parado no armário para ganhar uma nova chance de venda.
Qual a melhor plataforma de todas?
Aqui vai uma verdade: a melhor plataforma depende do tamanho da sua operação, do público que você quer alcançar e de quanto custa manter cada canal funcionando.
Escolha pela praticidade
Se você trabalha com poucos produtos e faz tudo sozinho, pode ser melhor começar por um canal simples de administrar. Agora, se o estoque é maior, os pedidos estão aumentando ou a ideia é crescer, ferramentas de logística, publicidade e gestão podem fazer toda a diferença.
Pense no seu público
Não adianta escolher a plataforma mais famosa se seu cliente quase não está por lá. Quem vende acessórios pode encontrar boas oportunidades em um canal mais ligado à moda, enquanto produtos usados podem ter mais saída em plataformas voltadas para esse tipo de negociação. O melhor canal é aquele que conversa com seu público e combina com seu jeito de trabalhar.
Calcule sua margem
Uma venda que parece ótima no papel pode ficar bem menos interessante depois de comissão, frete, embalagem e descontos. Isso se chama margem de lucro.
Por isso, antes de publicar, faça uma conta simples: preço de venda menos todos os custos da operação. O que sobrar precisa compensar o esforço. Inclusive a gente já ensinou aqui no nosso blog sobre como definir o preço de um produto.
Teste antes de escolher
Você não precisa bater o martelo e ficar em uma única plataforma para sempre. Teste um canal, acompanhe quais produtos têm mais saída e compare os resultados. Se quiser começar com menos estoque parado, também dá para conhecer estratégias de vender sem estoque e testar o mercado antes de investir em grandes quantidades.
Considere uma loja própria
Se a ideia é ter mais controle sobre a operação e não depender apenas de marketplaces, vale conhecer plataformas para criar sua loja. Assim, você pode reunir seus produtos em um espaço próprio e com a cara da sua marca.
Tem que pagar para vender nas plataformas?
Depende da plataforma. Algumas cobram comissão sobre as vendas, outras combinam comissão com tarifa fixa, mensalidade ou serviços adicionais.
Também podem existir custos relacionados a frete, anúncios e logística. Por isso, não olhe só para a porcentagem da comissão: coloque tudo na ponta do lápis para descobrir quanto realmente sobra por venda.
É preciso ter CNPJ para vender online?
Não existe uma regra única para vender pela internet. Algumas plataformas, como Mercado Livre e Amazon, permitem cadastro com CPF, enquanto outras, como o TikTok Shop, exigem CNPJ para vendedores comerciais no Brasil.
Mesmo quando não é obrigatório, formalizar o negócio como MEI abre algumas portas. Você passa a ter CNPJ, pode emitir notas fiscais e ainda conta com cobertura previdenciária. Para quem quer levar as vendas a sério e fazer o negócio crescer, pode ser um bom caminho.
Hora de dar o primeiro passo e começar a vender!
Agora que você já conhece algumas opções de plataformas, o próximo passo é comparar o que cada uma oferece com a realidade do seu negócio. Não precisa sair cadastrando tudo de uma vez. Comece onde seu público está, entenda as regras, faça as contas e vá ajustando a operação conforme as vendas aparecem.
E se a ideia é vender pela internet de forma profissional, formalizar o negócio é um ótimo próximo passo. E abrir seu CNPJ não precisa virar uma novela. Aqui na MaisMei, você pode fazer isso em poucos minutos, de forma simples e sem complicação. É só baixar nosso SuperApp no seu celular Android ou IOS.